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    Quando descobrimos que a nossa atitude encoraja a ação positiva em outras pessoas e isso por sua vez motiva Outras, começamos acreditar que podemos mudar o mundo. (JM)

    Mundo está a caminho de ficar 6º C mais quente, diz pesquisa

    Escrito: domingo, 22 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , ,
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    Novos dados sobre as emissões mundiais de CO2 (dióxido de carbono, principal gás causador do efeito estufa) indicam que o planeta está a caminho de esquentar 6 graus Celsius neste século, se não houver um esforço concentrado para diminuir a queima de combustíveis fósseis.

    "Existe um abismo claro entre o caminho que estamos seguindo e o que é necessário para limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius [nível considerado relativamente seguro por especialistas]", diz Corinne Le Quéré, pesquisadora da Universidade de East Anglia (Reino Unido) e coautora do novo estudo na revista científica "Nature Geoscience".

    Na atual década, a principal responsável por puxar para cima as emissões é a China, com seu crescimento industrial alimentado pelo carvão mineral. Hoje, o país é o maior emissor do planeta.

    No entanto, os EUA ainda respondem pelas maiores emissões per capita: 18 toneladas, contra 5,2 toneladas dos chineses (a média mundial é de 4,8 toneladas).

    Desde 1982, a humanidade produziu 715,3 trilhões de toneladas de gás carbônico, quantidade que equivale ao total de dióxido de carbono emitido por todas as civilizações que existiram no mundo antes disso.

    Fonte: Folha de S. Paulo

    As "damas" do Jornalismo Ambiental Brasileiro rumo a Copenhague

    Escrito: segunda-feira, 16 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Duas colegas,

    A Cristiane Prizibisczki é uma das grandes jornalistas que se alinhou junto a "luta" das comunidades do litoral sul paulista quando o "Big Boss" do capitalismo nacional Eike Batista queria suprimir a última região de restinga intocada do país, na região entre Itanhaém e Peruibe (projeto Porto Brasil) recebeu o prêmio Earth Journalism Awards, menção honrosa, juntamente com a Andreia Fanzeres, que é uma colega do RJ que conheci durante o primeiro Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental realizado em Santos/SP.

    As duas jornalistas são as únicas brasileiras que representam o país em dezembro em Copenhage.
    Para que a reportagem seja exibida durante a COP15 (Conferência do Clima) em Copenhague, é preciso acessar o link e votar. Vamos ajudar prestigiando o trabalho árduo e de extrema qualidade das colegas.


    NÃO BASTA APAGAR O FOGO

    Escrito: quinta-feira, 12 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores:
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    Foto da frente de combate ao incêndio que devastou a Austrália

    "Quem não entende um olhar, muito menos entenderá uma longa explicação.."

    O universo é um, não importa se somos um monte de átomos que forma a espécie (animal) humana, vegetal, estrelar..... Somos poeira atômica do mesmo sistema, do mesmo universo, não somos nem mais nem menos. O que nos faz maior ou menor é isso, esse gesto lindo que vem da chama divina que cada um possui mais ou menos acesa (alguns esquecem ou desconhecem que a possuem) dentro de si.

    "Seja mais humano e agradável com as pessoas do que pode parecer necessário.

    Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha."

    Earth Song - Michael Jackson

    Escrito: segunda-feira, 9 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Sempre que ouvia falar do Michael Jackson, se tratando de musicalidade achava que alguns "Hits" eram bem sugestivos, mas esse que estou postando aqui é amplamente necessário que seja divulgado.

    Surfista, proteja seu playground

    Escrito: by João Malavolta in Marcadores: , , , , ,
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    Por: Leandra Gonçalves / Greenpeace

    Brasil, país tropical, repleto de exuberantes belezas naturais, possui uma das maiores zonas costeiras e uma diversidade regional e cultural de causar inveja.

    O brasileiro tem uma ligação com o mar como poucos povos têm. São mais de 8.600 quilômetros de costa, quase 4 milhões de quilômetros quadrados de água, a grande maioria dessa área admirada pela população, que até enfrenta grandes congestionamentos para conseguir um lugar ao sol e um pedacinho de areia.

    Contudo, não podemos dizer que na cabeça do brasileiro a proteção dos nossos mares é considerada emergencial. Ao olhar para o mar, ele está lá, sempre azul, o que faz com que as pessoas acreditem que ele possui capacidades infinitas e inesgotáveis de se recompor e permanecer naquele azul pacífico de sempre.

    Não é, infelizmente, o que acontece na realidade. A gestão da zona costeira brasileira está longe de estar entre as prioridades governamentais e enfrenta grandes dificuldades de implantação e operacionalização.


    Nestes últimos anos, diversos fatos vêm impondo mudanças de estratégias e de atitudes da comunidade litorânea, a exemplo da aceleração dos efeitos das mudanças climáticas sobre a zona costeira, início da exploração do petróleo pré-sal, intensificação do turismo nas áreas litorâneas, poluição, ocupação desordenada por grandes resorts, obras de infra-estrutura e entre outros.

    Os impactos socioambientais desses novos fatos já são visíveis. Elevação do nível do mar, aumento dos eventos climáticos que destroem empreendimentos da linha da costa, a perda alarmante de recursos naturais e inclusive a diminuição da capacidade dos oceanos de realizar o equilíbrio climático do planeta. Entre os efeitos negativos, ainda estão a alteração do regime de ondas, problemas de saúde pública e a quantidade de lixo marinho.


    Este cenário, pouco animador, refere-se a uma porção do território brasileiro, considerado Patrimônio Nacional, onde residem em torno de 40 milhões de habitantes. Essa porção do território brasileiro é utilizada para locomoção, turismo, lazer e deve também ser utilizado pela sociedade de forma sustentável, o que não tem sido feito de forma responsável.

    A comunidade do surf, sempre presente nesse nosso “playground azul” e adorador da natureza e, particularmente, dos oceanos, deveria se mobilizar para ajudar a defender a zona costeira de interesses econômicos irresponsáveis, que não trazem o verdadeiro desenvolvimento para o povo brasileiro de forma sustentável.

    Esse mês, em Ilhéus, acontece o Campeonato Panamericano de Surf (Mahalo Pan Surf Games & Music - de 7 a 14 de novembro, na praia de Batuba, em Olivença), um grande evento que promete revelar talentos incríveis e que estarão preparados para esculpir as melhores ondas. Infelizmente, no Brasil, existe pouco apoio financeiro para a realização desse tipo de evento, e a organização fica à mercê de empresas poluidoras e altamente impactantes. Por trás do apoio de muitas dessas empresas, existe o interesse de posarem de “mocinhos” na foto e perante a comunidade – a principal impactada pela falta de transparência e pelo desenvolvimento econômico a qualquer custo.

    A região de Ilhéus, na Bahia, é uma das poucas áreas remanescentes de mata atlântica e apresenta uma zona costeira ainda com informações insuficientes para a conservação da biodiversidade. No entanto, o governo e empresas privadas pretendem trazer para a região uma gigante obra de infra-estrutura, para ser localizada na Ponta da Tulha – o Complexo Intermodal do Porto Sul. Uma parceria pública-privada, orçada em 11 bilhões de reais e que trará prejuízos inestimáveis para o Brasil na área socioambiental.

    A Bahia Mineração, principal apoiadora do campeonato, tem interesses na construção do porto para que possa retirar nosso minério de ferro e exportar para Índia, China, Rússia e Cazaquistão.

    Se isso não bastasse, a construção de um complexo portuário na região irá afetar as condições costeiras, podendo muito certamente impedir que outros brilhantes campeonatos como este possam ser realizados e tragam nossos ilustres surfistas de mais de 20 países para a nossa exuberante costa brasileira.



    Por falta de quorum, comissão suspende votação de projeto que anistia desmatadores

    Escrito: domingo, 8 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: ,
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    A votação da proposta que prevê anistia aos responsáveis pelo desmatamento de aproximadamente 34 milhões de hectares na Amazônia foi suspensa nesta quarta-feira (4) por falta de quorum. Cerca de 20 minutos após o horário marcado para o início da reunião, o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, Roberto Rocha (PSDB-MA), suspendeu a sessão. Apenas nove parlamentares haviam assinado a lista de presença.

    O deputado disse que a suspensão foi uma estratégia para ganhar tempo e diminuir as divergências entre ruralistas e ambientalistas. Na última quarta-feira (28), também houve uma tentativa de votação do projeto, que, no entanto, foi suspensa após obstrução da oposição e manifestação da organização não governamental Greenpeace.

    “Retiramos o projeto de pauta para distender um pouco, buscar um ponto de consenso. Temos que trabalhar alguns pontos que estão muito nervosos e efetivamente apresentar ao plenário algo que seja minimamente convergente”, disse Rocha.

    A proposta que seria analisada é um substitutivo ao Projeto de Lei nº 6.424/05, conhecido como Floresta Zero. O relator da proposta na Câmara, deputado Marcos Montes (DEM-MG), incluiu no texto a possibilidade de consolidação de áreas desmatadas até 31 de julho de 2006, dispensando os proprietários da obrigação de recompor a reserva legal. Além disso, o substitutivo prevê outras mudanças na legislação, o que, segundo ambientalistas, é uma tentativa de modificar o Código Florestal fora da comissão especial criada para essa finalidade.

    Ambientalistas comemoraram a falta de quórum na reunião desta quarta. O deputado Sarney Filho (PV-MA) disse que a suspensão da votação indica que “o assunto morreu” e que o projeto não deve mais ser votado. “Não há condições políticas para votar isso. Temos agora que concentrar esforços na comissão especial para que não haja retrocesso.”

    O coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace, Nilo D'Ávila, classificou a suspensão de “ato de lucidez” do presidente da Comissão de Meio Ambiente. “Esse projeto é um golpe. Esperamos uma discussão séria, mas sem falar em anistia. É um projeto que não deveria nem ter nascido, era ruim e ficou pior ainda”.

    O presidente da comissão, Roberto Rocha, disse que pretende construir acordo para colocar o texto em votação ainda este mês. (Fonte: Luana Lourenço/ Agência Brasil)

    ambientebrasil.com.br

    Alan Dubner: As Pegadas da Marina Silva

    Escrito: sexta-feira, 6 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores:
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    Por: Deborah Dubner / www.itu.com.br

    "Acredito que podemos agregarmos todas as tribos e juntos co-construirmos um Brasil de muitos"
    Tenho certeza que a Mídia Social vai definir as eleições de 2010. Essa frase é parecida com uma afirmação que fiz, em julho de 2008, onde eu usava a palavra “Internet” no lugar de “Mídia Social”. Apesar da opinião dos nossos principais especialistas em política, que estavam no evento “Efeito Obama” em meados de outubro, eu acredito que teremos no Brasil um impacto parecido com o das eleições americanas de 2008. Os analistas políticos colocam muitos “porém”, “por causa disso ou daquilo”, mas na verdade não sabem do que estão falando porque ninguém sabe. Se você conseguir ir até o final desse texto terá uma boa ideia do porque dessa minha certeza.

    Eleitorado Adormecido

    Vamos começar pelo final, daqui a 11 meses, no dia 4 de outubro de 2010. Os eleitores Brasileiros vão escolher, através de suas próprias consciências, o que fazer. Primeiro devem avaliar se vão votar ou justificar, depois definir se há um candidato de sua preferência (mesmo os que não votarão). Essa simples equação terá passado por um complexo sistema de decisão até chegar na ação de votar.
    Agora vamos voltar para trás e perceber claramente porque a mídia social vai alterar a balança em seu favor. Na última eleição presidencial o Lula obteve 46.662.365 votos no primeiro turno enquanto o Alckmin 39.968.369. Percebam que a diferença entre eles foi de 6.693.996 votos. As pessoas que resolveram anular o voto somaram 5.957.207 votos, apenas 736.789 a menos que a diferença. Outros 2.866.205 votaram em branco. O que realmente surpreende são os eleitores que optaram por não ir às urnas, 21.092.511.
    No segundo turno não foi muito diferente: 23.914.714 de eleitores não compareceram às urnas, 4.808.553 anularam seu voto e 1.351.448 votaram em branco. Nas eleições anteriores (2002) também não foi diferente. Tivemos, no primeiro turno, 20.449.690 de eleitores que resolveram não votar enquanto o Serra recebeu apenas 19.705.061 de votos, além dos 6.976.107 votos nulos e 3.873.720 brancos. No segundo turno não compareceram às urnas 23.589.188 de eleitores enquanto 3.772.138 anularam e 1.727.760 votaram em branco.
    Em 1998 foram 22.802.823 abstenções enquanto o Lula recebeu apenas 21.475.211 votos. As abstenções mais os nulos (8.887.091) e os brancos (6.688.371) somaram 38.378.285 enquanto Fernando Henrique Cardoso venceu a eleição, no primeiro turno com 35.936.382 votos.
    Em 1994 as abstenções, nulos e brancos somaram 31.409.533. Enquanto Lula recebia 17.126.291 votos, FHC venceu com 34.377.198 votos. Ou seja, há um gigantesco espaço de insatisfação com o atual modelo político que leva um grande contingente de pessoas a anular o voto, deixar em branco e principalmente nem comparecer para votar.
    Se as pessoas realmente se motivarem a ir às urnas, se aqueles que protestam anulando seu voto encontrarem alguém merecedor, se os indiferentes perceberem a diferença e os jovens de 16 e 17 anos aderirem ao movimento... Ficou clara a diferença que pode fazer a mídia social através de um movimento colaborativo com um candidato que possa ser um símbolo dessa nova política?

    Primeira Pegada

    Em junho desse ano, atravessando a Serra da Bocaina com um grupo de amigos ambientalistas, eu tive 4 dias para explicar o que era Mídia Social e porque teria uma importância tão grande nas eleições de 2010. Normalmente, tenho apenas 1 hora numa palestra ou mais algumas em reuniões e conversas, mas ali estávamos em outro ambiente, em outro tempo. Entre as minhas questões para o Brasil estava o fato de que, tristemente, os candidatos conhecidos não tinham o perfil para ativar a Mídia Social. Lamentei também que, aparentemente, não estavam vendo o poder dessa ferramenta de cidadania e estavam sendo orientados por profissionais que não sabem o quanto não sabem. Falei que não me surpreenderia se aparecesse alguém totalmente novo que já vinha se preparando desde o início do ano e não aparecia no radar. Aquele diálogo fez com que um deles entendesse claramente do que se tratava e disse que existia um candidato com esse exato perfil: a Marina Silva.
    Importante registrar que isso aconteceu no dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) a 1.600 metros de altitude no Pico do Gavião do Parque da Serra da Bocaina.
    Demorei a entender porque a Marina Silva poderia ser “a” candidata. Já tinha recebido alguns e-mails de pessoas fazendo algum tipo de campanha com o nome dela. O maior problema era ela ser do PT, que além de representar justamente o que precisa ser mudado, tinha muitos pontos impossíveis de contornar para contarmos com a Mídia Social. Quanto mais eu entendia quem era a Marina, mais claro ficava que ela era “a” pessoa para representar esse movimento. Só o que ela já produziu de ações de sustentabilidade para o cenário dos candidatos e do país já lhe permite receber créditos pelas suas pegadas ecológicas.
    Hoje acredito que temos uma ótima possibilidade de agregarmos todas as tribos e juntos co-construirmos um Brasil de muitos “Brasis”, cuidado por todos nós. Essa eleição extrapola as fronteiras nacionais. Ela é importante para todo o planeta. Que a miopia, temporária, dos especialistas políticos não nos desanime de “entrar nessa” agora mesmo!

    Alan Dubner é diretor da Cybermind Comunicação Interativa, especializado em Marketing Digital, Pesquisa Digital e Internet.

    PBF avista 14 baleias francas no último sobrevoo de monitoramento da temporada

    Escrito: by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Pares de fêmea e filhote remanescentes foram avistados em Laguna e na enseada de Ibiraquera e Ribanceira

    Na manhã desta sexta-feira, dia 06, o Projeto Baleia Franca (PBF/Brasil) sobrevoou a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, localizada entre Palhoça e Balneário Rincão, para o último monitoramento aéreo ao longo do Litoral Centro-Sul de Santa Catarina. A atividade, que integra o Programa de Monitoramento das Baleias Francas no Porto de Imbituba e adjacências, localizou sete pares de fêmeas com filhotes, totalizando 14 indivíduos remanescentes desta temporada de acasalamento da espécie, bem como de nascimento e amamentação de filhotes.

    Dos sete pares avistados, seis estavam na enseada de Ibiraquera e Ribanceira, em Imbituba. “A avistagem dos seis pares de fêmea com filhote na enseada de Ibiraquera e Ribanceira (Imbituba) já era prevista, considerando nosso monitoramento diário feito por terra naquela região. A surpresa ficou por conta do par de fêmea com filhote avistado em Laguna”, contou a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch. “Desde 28 de outubro temos registros de uma média de seis pares de fêmea com filhote naquela enseada”, completou a gerente de campo, Audrey Amorim.

    Quem ainda pretender ver baleias em Santa Catarina deve ser rápido. Segundo os dados das últimas temporadas, a primeira quinzena de novembro representa o encerramento das avistagens das francas no Estado. ”Dois pares dentre os seis que se encontravam na enseada de Ibiraquera e Ribanceira já apresentavam um comportamento pré-migratório, estando estes mais afastados da costa. Todos os sete filhotes já estavam grandes e bem gordinhos, o que dá segurança às fêmeas para iniciarem o caminho de volta às águas polares, áreas de alimentação das baleias francas”, completou Karina, Ph.D. em Biologia Animal, que voou acompanhada pela analista ambiental Luciana Moreira, da APA da Baleia Franca (ICMBio), com a aeronave sob comando do piloto Rogério Giassi. Ainda conforme a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, é natural que apenas alguns grupos sejam avistados no mês de novembro. “Nem todas as baleias francas chegam ao litoral catarinense durante os meses de junho e julho.

    Algumas passam mais tempo se alimentando nas águas polares, durante o verão, e chegam a Santa Catarina somente nos meses de agosto e setembro. Estes indivíduos são também os últimos a deixarem o nosso litoral”, finalizou a bióloga. O Programa de Monitoramento de Baleias Francas no Porto de Imbituba e adjacências foi iniciado em agosto de 2009 e segue até o final de novembro.

    Proposto pela administração do Porto em parceria com o Tecon Imbituba e a Construtora Andrade Gutierrez, o Programa tem sua metodologia desenvolvida e executada pelo Projeto Baleia Franca, com supervisão da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca e do Centro de Mamíferos Aquáticos, ambos órgãos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O Projeto Baleia Franca tem patrocínio da Petrobras.

    Saiba mais: Baleia Franca

    Fotografia: adoção animal em foco na Usina do Gasômetro, em Porto Alegre

    Escrito: quinta-feira, 5 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , ,
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    Chega à Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, mais uma edição da Mostra Fotográfica Virando Lata. O evento, que iniciará no próximo dia 25 de outubro, é um projeto do Instituto Expresso Vida e desde 2008 percorre diversas cidades do Sul do país com o intuito de chamar a atenção de crianças e adultos para um lado de nossas cidades a que geralmente não damos importância: animais que vivem nas ruas, ou mesmo em famílias, mas que não recebem os cuidados necessários para uma vida digna e convivência pacífica.

    Longe de ser apenas uma exposição fotográfica, a Mostra é uma campanha de cidadania que procura mostrar às pessoas o valor que possui a ação de adotar um bicho de rua e o quanto este ato requer responsabilidade, amor e consciência.

    Nesta edição, a mostra beneficiará o Projeto Anjos de Patas, de Viamão (RS), entidade de proteção animal gaúcha que abriga 208 cães. 50% da renda obtida através da venda de blocos de anotações e mateiras de nylon será revertida para o projeto de castração dos animais do Anjos de Patas. Também serão realizadas duas oficinas com o Greenpeace com o tema “A História do Consumo” nos dias 08 e 15 de novembro, a partir das 15h, na sala 400.

    Esta edição traz fotografias de Aline Gobbi, Carolina Leipnitz, Cristina Scalabrin, Daniele Spohr, Eduardo Costa, Fernanda Melonio, Heinz Schnack e Ivânia Trento. A exposição conta com o apoio da Pedigree – Adotar É Tudo de Bom, Impacto Signs, H.Meyer, do site JazzMan! e patrocínio da Gráfica Atena, do site Cachorro Paraguaio e da Woodsrock Produções.

    www.virandolata.org.br


    SERVIÇO

    Onde: Usina do Gasômetro - Avenida Presidente João Goulart, 551 – Centro – Porto Alegre (RS)
    Quando: de 25/10 a 15/11/2009
    Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h.
    Telefones: (51) 3289-8140 / (51) 3289-8146
    Contato: Cristina Scalabrin - cristina@cachorroparaguaio.com / (51) 8138-5830

    DENÚNCIA URGENTE: VOTAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA (4/11) PODE CAUSAR ENORME RETROCESSO AMBIENTAL

    Escrito: quarta-feira, 4 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , ,
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    Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados vota projeto de lei que modifica o Código Florestal

    A sessão da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4 de novembro), às 10h em Brasília, pode entrar para a história como um marco no retrocesso e no caminho contrário aos esforços de proteção ambiental.

    A Comissão votará o projeto de Lei 6424, de 2005, de relatoria do deputado Marcos Montes (DEM-MG), com os apensos PL 6.840/2006 e PL 1.207/2007. As propostas alteram o Código Florestal (Lei 4771 de 1965), permitindo flexibilidades perigosas como a recuperação de Reservas Legais com espécies exóticas, anistia para os desmatamentos realizados antes de julho de 2006 (sem obrigatoriedade de recuperação) e definição das Áreas de Preservação Permanentes (APPs) pelos poderes locais.

    “O Código Florestal brasileiro é um exemplo de lei moderna e no momento em que o mundo todo discute a redução das emissões de carbono e estratégias internacionais de proteção e mitigação, o Brasil – que poderia ser um exemplo positivo – coloca em risco uma parte ainda maior das nossas riquezas naturais”, alerta Mario Mantovani, diretor de mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica.

    “O povo brasileiro tem que garantir a proteção deste patrimônio que é seu. Este projeto de lei vinha sendo discutido e acordado democraticamente (com a participação de setores mais avançados do agronegócio, ambientalistas, empresas, etc), mas foi modificado à surdina, encaminhado num golpe de segmentos atrasados da CNA (Confederação Nacional de Agricultura) através dos deputados da bancada ruralista na última semana.

    O relator anterior, deputado Jorge Khoury (DEM-BA), foi destituído e este novo projeto surgiu, colocando em ameaça as políticas públicas no País. Não podemos permitir tamanho absurdo”.Na última semana, a Fundação SOS Mata Atlântica e outras ONGs ambientalistas (como Greenpeace, Instituto Socioambiental, Rede de ONGs da Mata Atlântica e Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) conseguiram impedir a votação do Projeto de Lei, mas nesta quarta-feira a sessão da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável o coloca como ponto único da pauta novamente.

    Se aprovado, por ser de caráter terminativo, ele segue para a Comissão de Constituição e Justiça e depois para votação em Plenário da Câmara, com posterior sanção do presidente da República. “Esperamos que os deputados da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável levem em conta o interesse da população brasileira e não as vontades da minoria ruralista”, finaliza Mantovani, convocando a sociedade a acompanhar e pressionar a votação desta quarta-feira.

    A sessão da Comissão é aberta ao público e qualquer pessoa pode acompanhar, no plenário 2, do Prédio das Comissões da Câmara dos Deputados. Além disso, os eleitores podem exigir esta postura dos deputados que elegeram, lembrando-os que interesses eles representam.

    Os integrantes da Comissão que vota amanhã o Projeto de Lei que ameaça o futuro ambiental brasileiro são: Roberto Rocha (presidente – PSDB/MA), Marcos Montes (1º vice-presidente e relator do Projeto de Lei, DEM/MG), Jurandy Loureiro (2º vice-presidente, PSC/ES), Leonardo Monteiro (3º vice-presidente, PT/MG), André de Paula (DEM/PE), Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB/SP), Antônio Roberto (PV/MG), Edson Duarte (PV/BA), Gervásio Silva (PSDB/SC), Givaldo Carimbão (PSB/AL), Jorge Khoury (DEM/BA), Marina Maggessi (PPS/RJ), Mário de Oliveira (PSC/MG), Paulo Piau (PMDB/MG), Rebecca Garcia (PP/AM), Rodovalho (DEM/DF), Sarney Filho (PV/MA) e Zé Geraldo (PT/PA). Os suplentes são: Aline Corrêa (PP/SP), Antonio Feijão (PTC/AP), Arnaldo Jardim (PPS/SP), Cezar Silvestri (PPS/PR), Fernando Gabeira (PV/RJ), Fernando Marroni (PT/RS), Germano Bonow (DEM/RS), Homero Pereira (PR/MT), Luiz Carreira (DEM/BA), Miro Teixeira (PDT/RJ), Moacir Micheletto (PMDB/PR), Moreira Mendes (PPS/RO), Nilson Pinto (PSDB/PA), Paulo Roberto Pereira (PTB/RS), Paulo Teixeira (PT/SP), Valdir Colatto (PMDB/SC), Wandenkolk Gonçalves (PSDB/PA) e Zezéu Ribeiro (PT/BA).

    Neste sábado acontece à campanha internacional ”Vamos Limpar o Mundo”

    Escrito: terça-feira, 15 de setembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Itanhaém/SP se mobiliza para a maior campanha de despoluição do planeta, o Dia Mundial da Limpeza em Rios e Praias

    Mobilizar todos os cidadãos do Planeta para pensarem em um mundo melhor é algo sonhado por gerações e idealizado por todas as raças, sexos, religiões e etnias, que vislumbram um futuro melhor para as atuais e próximas gerações. Esse sonho todo o ano se transforma em realidade através da campanha de mobilização planetária “Vamos Limpar o Mundo”.

    Conhecida internacionalmente pelo titulo em inglês "Clean Up the World", a campanha Vamos Limpar o Mundo – Dia Mundial da Limpeza em Rios e Praias é a maior ação global de combate a poluição no planeta e vem engajando pessoas de todas a partes do mundo para provocarem a melhoria no ambiente em que vivem.

    Em Itanhaém no litoral paulista as atividades são realizadas pela ONG Ecosurfi desde 2001, e já mobilizaram cerca de 3 mil pessoas que conseguiram retirar cerca de 05 toneladas de resíduos sólidos em diversos ambientes naturais da cidade.

    Neste ano as ações começam a partir das 09hs com a concentração no canto direito da Praia do Sonho, de onde os voluntários percorrerão cinco áreas entre praias, ilha e costões rochosos. São esperados mais de 300 pessoas que irão se envolver com a despoluição desses ambientes.

    A novidade para essa edição é a participação da ONG Greenpeace que traz o seu corpo de voluntários para a cidade. Os participantes fazem parte da campanha de Oceanos que a organização está desenvolvendo, e entre as atividades que serão realizadas em parceira com a Ecosurfi está à peça teatral que tem como titulo: “O mar tem que estar para peixe”, além de brincadeiras lúdicas e pintura facial com desenhos de animais marinhos para as crianças.

    Segundo Rosi Ventura coordenadora de voluntários do Greenpeace no estado de São Paulo, realizar a campanha Vamos Limpar o Mundo em parceria com outras organizações é somar esforços por um planeta mais azul. “A união na luta pela preservação dos oceanos que são de todos, nos faz conseguir unir forças com mais parceiros e pessoas engajadas na preservação desse ambiente”.

    Mobilização temática

    No último ano (2008) a Ecosurfi conseguiu através do envolvimento de todos os voluntários fazer um grande circulo na areia da praia, composto pelos mais de 240 participantes, que deram origem a uma face fazendo “cara feia” para a poluição do planeta. Na oportunidade desse próximo final de semana a organização espera conseguir o apoio de todos os envolvidos com a campanha para ilustrar as areias da Praia do Sonho com um grande símbolo da Paz.

    De acordo com um dos dirigentes da Ecosurfi e organizador do Vamos Limpar o Mundo em Itanhaém, Jairo Adrian, a participação de todos é que faz campanha ser a maior ação de envolvimento popular direto pela preservação do Planeta. “Nosso lema nessa atividade é muito objetivo, agimos localmente e pensamos globalmente, pois tudo nesse planeta se encontra interligado e conectado de alguma forma”.

    Informações e inscrições: (13) 3426 8138 (13) 9755 1559 (13) 9751 0332

    Em Itanhaém as ações de do Dia Mundial da Limpeza em Rios e Praias – Vamos Limpar o Mundo contam com o apoio do Restaurante Tia Lena, Itaprint – Impressão Digital, Academia Corpo e Forma e contabilidade Belas Artes. São parceiros estratégicosas organizações Global Garbage, Greenpece – Campanha de Oceanos, ETEC – Escola Técnica Estadual e ASSU - Associação Socioambiental Somos Ubatuba e organização local da ONG Ecosurfi .

    Como nasceu a campanha

    Clean Up the World - Vamos Limpar o Mundo foi fundado pelo mergulhador australiano Ian Kierman no ano de 1989, que preocupado com a poluição acumulada na Baia de Sidney, começou ele próprio a limpar os fundos marinhos australianos. Um dia resolveu propor à Organização das Nações Unidas (ONU) através do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) a comemoração de uma data dedicada à limpeza do nosso planeta.

    Após a ratificação da ONU a data ficou marcada para o mês de setembro, onde a partir disso ficou produzida a mensagem Clean Up the World, uma campanha para o engajamento do cidadão mundial nas questões ambientais.

    No Brasil as atividades do Clean Up the World foram realizadas pela primeira vez em 1993, onde com a tradução do nome para o português, originou a frase titulo da campanha, “Vamos Limpar o Mundo”, que é utilizada como a marca do evento até hoje pelos participantes e organizadores do evento em todo território nacional.

    As atividade já percorreram todos os continentes mobilizando mais de 40 milhões de pessoas em 130 países, que se mobilizam para desenvolver as ações sobre a bandeira da mudança de atitudes e comportamentos em prol da sustentabilidade.

    Os eventos de limpeza variam desde a coleta do lixo até campanhas educativas, concertos ambientais, exibições fotográficas, plantio de árvores e estabelecimento de centros de reciclagem. Geralmente são realizados em lugares como praias, córregos, parques, entre outros definidos pelos comitês organizadores.

    Links e anexos

    Site oficial
    Click aqui: Clean Up the World

    Página dos membros oficiais da campanha

    Vídeo institucional da Campanha:

    Página virtual da campanha Ecosurfi:
    Vídeo Convite do último ano (2008)
    Click Aqui: Vídeo Convite

    Projeto libera ocupação de restinga no País

    Escrito: segunda-feira, 7 de setembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores:
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    O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) pode retirar a proteção permanente das áreas de restinga no País. Se aprovada, a medida provocará, na avaliação de ambientalistas e do Ministério Público Federal (MPF), um aumento do desmate de mata atlântica, bioma já ameaçado no Brasil. A restinga é o depósito arenoso paralelo à linha da costa, muitas vezes coberto por vegetação. A área é cobiçada por resorts e condomínios que querem se instalar no litoral.

    Atualmente, é considerada Área de Preservação Permanente (APP) - região que não pode ser alterada - uma faixa de restinga de no mínimo 300 metros, medida a partir do ponto mais alto em que chega a maré. Porém, a proposta de resolução que está na pauta do Conama prevê a revogação desse dispositivo.

    A procuradora Ana Cristina Bandeira Lins, da Procuradoria da República em São Paulo, preocupa-se com a aprovação. "Essa norma permitiu uma grande preservação e a regeneração de mata onde ela estava destruída ao longo da costa . E, agora, estão querendo revogá-la na calada da noite." Em sua opinião, é grave um órgão como o Conama se posicionar dessa forma. "O conselho fez uma moção ao Congresso porque os parlamentares estavam querendo alterar o Código Florestal para reduzir as APPs. E, agora, age da mesma maneira." O Ministério Público Federal e o Estadual participam do conselho como convidados, mas não têm direito a voto.

    Nova posição

    O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), que assina a proposta de resolução, afirmou ontem à noite ter mudado de posição. Ele disse ter visto que o texto estava com "problema" e que vai propor hoje aos conselheiros a manutenção da preservação obrigatória dos 300 metros nas restingas. Porém, disse, poderá flexibilizar o tamanho da proteção (para mais ou para menos) após a realização de estudos pelos Estados. "O litoral nunca é uma linha reta, pode determinar que numa parte é 200, noutra 400 metros", afirmou Minc.

    Antes de o ministro se posicionar, o coordenador do núcleo mata atlântica do Ministério do Meio Ambiente, Wigold Shaffer, defendeu a resolução. "Não estamos retirando proteção da restinga preservada." Segundo ele, a resolução é parte da regulamentação da Lei da Mata Atlântica, aprovada em 2006. "Não vai trazer prejuízo para o que sobrou de vegetação. A partir dela, a lei da mata atlântica que vai garantir a preservação, inclusive além dos 300 metros, quando houver vegetação", explica Shaffer. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    Video da Chegada dos Jovens no IV Encontro Nacional de Juventude pelo Meio Ambiente no RJ

    Escrito: domingo, 19 de julho de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , ,
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    Clima: o tempo está acabando

    Escrito: quarta-feira, 15 de julho de 2009 by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Eu acabei de assinar uma petição pedindo para os líderes globais apoiarem um tratado climático que seja ambicioso, justo e mantido por compromissos legais. O Canadá, Rússia e Japão estão tentando boicotar a meta de limitar o aquecimento global em 2 graus Celsius que está sendo negociado no encontro do G8 esta semana. Esta meta é fundamental para garantir avanços na elaboração do novo tratado global contra mudanças climáticas. Por favor, assine a petição clicando no link abaixo. A petição será entregue pela Avaaz aos líderes presentes no G8.



    Referência em Resíduos

    Escrito: by João Malavolta in Marcadores:
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    CMRR forma mais 100 alunos nos cursos de Gestão e Negócios em Resíduos e de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs)

    Nesta semana, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) forma cerca de 100 alunos dos cursos de Gestão e Negócios em Resíduos e de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs). Os cursos são gratuitos e buscam potencializar o papel do jovem na melhoria da qualidade socioambiental, além de ampliar a geração de trabalho e renda.

    Dividido em quatro módulos, o curso de Gestão e Negócios em Resíduos prepara os estudantes para o mercado de trabalho, assim como para a organização e administração de seu próprio negócio a partir de resíduos domésticos (papel, plástico, madeira, metal e compostagem), específicos (de serviços de saúde, de construção civil, de postos de combustíveis, de supermercados) ou especiais (pneus, lâmpadas, pilhas e baterias).

    Formada em Gestão de Resíduos, Denise Silva Chaves, 18 anos, é responsável pela gestão de resíduos e qualidade em obras da Santa Bárbara Engenharia. “Durante o ensino médio tinha muito receio do que eu iria fazer quando formasse no 3º ano. Hoje, com o que eu ganho, posso investir na minha formação. Faço o curso técnico em edificação no Senai. Meu próximo passo é formar e prestar vestibular para engenharia”, conta.

    Já no curso de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs), os jovens aprendem a montar e desmontar computadores, o funcionamento de cada peça, e também freqüentam aulas de empreendedorismo e empregabilidade. O material utilizado durante as aulas é proveniente de máquinas não mais utilizadas pelos órgãos do Governo de Minas. Após o recondicionamento, os computadores são destinados a programas de inclusão social de comunidades carentes.

    Márcio Vinícius Magela, 18 anos, finalizou em dezembro do ano passado o curso 3RsPCs. O garoto trabalha em uma empresa de informática e já se prepara para prestar o vestibular para o curso de Ciências da Computação. “Hoje tenho o diferencial de saber sobre reciclagem de computadores. Procuro passar para meus colegas as coisas que aprendi no curso”, comenta Magela.

    Sobre o CMRR:

    Iniciativa pioneira do Governo de Minas Gerais, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos trabalha há dois anos com o objetivo de apoiar os municípios, empresas e cidadãos na gestão integrada de resíduos, por meio da disseminação de informações e capacitação técnica, gerencial e profissionalizante, visando à geração de trabalho e renda e à melhoria da qualidade de vida.

    Sua atuação concentra-se em cinco áreas prioritárias: Apoio à gestão municipal de resíduos, Qualificação profissional; Comunicação e Informação; Pesquisa e Desenvolvimento; Educação ambiental e eventos (seminários, palestras, debates e oficinas, com foco no consumo consciente).

    Localizado em Belo Horizonte, o espaço conta com auditório, biblioteca, área para realização de cursos e uma cozinha experimental, criada para orientar sobre redução do desperdício, reaproveitamento, reciclagem, tecnologia de alimentos e ações que envolvem o preparo de produtos úteis ao consumo da população. Possui ainda um espaço permanente para exposições, consolidando-se como um espaço múltiplo para o cumprimento de sua missão

    Mais informações:

    http://www.cmrr.mg.gov.br/ - Site oficial do centro

    http://www.youtube.com/watch?v=bzdNWQUevvQ&feature=channel_page - CMRR fez 2 anos.

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