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    Quando descobrimos que a nossa atitude encoraja a ação positiva em outras pessoas e isso por sua vez motiva Outras, começamos acreditar que podemos mudar o mundo. (JM)

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    Surfistas criam prancha feita com 90% de materiais renováveis

    Escrito: quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 by João Malavolta in Marcadores: , , ,
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    Vídeo de apresentação da prancha no concurso, em inglês.



    A utilização de materiais que não fazem mal ao planeta pode ser encontrada em vários objetos, inclusive em pranchas de surf. A marca alemã Kun_Tiqi fabrica as pranchas a partir de madeira de balsa cultivada de maneira sustentável em uma fazenda do Equador.
    kun_tiqi
    Ela é laminada com uma resina com com 98% de linhaça / Foto: Divulgação
    De acordo com o site, 90% da prancha é feita de matéria prima natural e renovável. Depois de adquirir a forma devida, ele é laminado com uma resina feita com 98% de linhaça e sem ingredientes tóxicos.
    prancha 1
    A marca Kun_Tiqi produz as suas pranchas de maneira sustentável / Foto: Divulgação
    A vantagem de usar esse tipo de madeira é que ela cresce muito rápido (dez metros em menos de quatro anos), é fácil de ser reciclada e não produz toxinas. Ela é cultivada por Don Zandoval e as família, que planta as árvores de acordo com as leis locais e um sistema sustentável de cultivo (como o Comércio Justo).
    surf
    As pranchas são mais resistentes, flexíveis e duráveis / Foto: Divulgação
    Já que o processo de fabricação é todo feito a mão, as pranchas levam, em média, seis vezes mais tempo para ficarem prontas do que as produzidas de forma convencional. Esse é um dos fatores que fazem as pranchas serem mais flexíveis, estáveis e terem maior durabilidade.
    Os “surfistas que se importam”, como diz o slogan da marca, ainda apontam outra vantagem do uso da madeira: no final da vida útil, o artigo é utilizado como composto e fertilizante de solo.
    don zandoval ecuador
    Don Zandoval e sua família cultivam a madeira balsa de maneira sustentável / Foto:Divulgação

    Torne Verde o seu Mundo (Green Your World)

    Escrito: segunda-feira, 2 de agosto de 2010 by João Malavolta in Marcadores: , , , ,
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    Aceite o desafio ainda hoje; mostre seu comprometimento com o Meio Ambiente

    Como você está provocando um impacto ambiental?  Participantes de cerca de 75 países aderiram ao desafio da IEEE (maior associação técnica profissional do mundo), lançado em 5 de junho último (Dia Mundial do Meio Ambiente), e comprometeram-se a  mudar seus estilos de vida rotineiros, adotando um, ou mais, dos seguintes desafios: reciclagem de produtos eletrônicos, redução do consumo de água em casa, desconectar da tomada aparelhos eletrônicos que não estivessem em uso e reflorestar suas comunidades (press release: http://www.ieee.org/about/news/2010/1june_2010.html).

    Entre todos participantes, o resultado global foi o seguinte:

    · 36% escolheram o item “Cada Gotinha Conta”, sobre redução do consumo diário doméstico de água;
    · 24% optaram por “Reflorestar sua Comunidade”, plantando uma árvore;
    · 18% comprometeram-se com o desafio de tirar da tomada os “Vampiros da Energia”, desconectando os aparelhos eletrônicos que estavam em stand-by.
    · 13% decidiram adotar lâmpadas de energia eficientes, substituindo lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas (CFLs) ou lâmpadas com diodos emissores de luz (LED); e
    · 9% reciclaram seus aparelhos eletrônicos antigos optando pelo item “Seja um Herói do e-Lixo”.

    Os resultados, por país, mostram o percentual de participantes que aderiram ao desafio: Tailândia (27%), Líbano(22%), Estados Unidos (15%), Peru (10%), Índia (8%), Filipinas (2%) e Brasil (2%). É possível encontrar o resultado completo por país e por desafio, em  www.ieeegreenyourworld.org/results.html .

    Você pode ainda escolher um  desafio e mostrar seu comprometimento com estas causas ambientais no IEEE Green Your World Challenge, seguir os resultados no Twitter (@IEEEorg),  juntar-se a mais de 350 fãs de todo o mundo na página oficial do Facebook do IEEE Green Your World.

    O IEEE, maior associação mundial de técnicos profissionais, dedica-se ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade. Por meio de suas publicações, utilizadas amplamente como referência, conferências, normas tecnológicas e atividades profissionais e educacionais, o IEEE é a voz confiável em várias áreas, que vão desde sistemas aeroespaciais, computadores e telecomunicações à engenharia biomédica, energia elétrica e eletrônica de consumo. Saiba mais em http://www.ieee.org

    É hora de um armistício no debate sobre o Código Florestal

    Escrito: segunda-feira, 28 de junho de 2010 by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Fabio Feldmann

    Essa semana é impossível não comentar mais uma vez a polêmica do Código Florestal. O deputado Aldo Rebelo apresentou seu relatório que demonstrou claramente a adoção de uma postura retrógrada em relação ao tema, surpreendendo mesmo aqueles que não estão diretamente acompanhando a polêmica.

    O jornal Valor Econômico, do dia 17 de junho, afirma textualmente que "o objetivo do novo Código, pela proposta do relator, é claramente diluir as exigências legais de proteção e garantir que o passado seja apagado e os responsáveis por desmatamento ilegal, anistiados". Tal afirmação baseia-se na proposta de Aldo Rebelo de redução das exigências de reserva legal e APPs (áreas de preservação permanente), bem como na proposta de anistia ampla e irrestrita aos desmatadores. Da mesma maneira, a Folha de São Paulo fez um editorial na mesma direção, ao afirmar que o "relatório de Aldo Rebelo alia atraso ruralista a nacionalismo antiquado para desmontar legislação que protege as florestas". Nesse sentido, fica clara a necessidade de uma consciência capaz de compreender que a proteção ambiental representa a garantia para a continuidade das atividades de quem produz no campo.

    A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em entrevista nesta semana (22/06) no jornal O Estado de São Paulo aponta problemas técnicos e a possibilidade do Código abrir uma guerra ambiental entre estados, uma vez que a proposta do deputado do PCdoB SP pretende transferir aos estados o poder de definir o que é área consolidada do agronegócio, bem como definir qual deve ser a área de proteção às margens dos rios (que, pela proposta, pode ser reduzida a 7,5m).

    Algumas manifestações se fizeram a favor do relatório de Aldo Rebelo, como o artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo, no dia 21 de junho, que considera o deputado como sendo a "melhor tradição brasileira de defesa da soberania nacional". O editorial do mesmo jornal, do dia 10 de junho, também se mostrou a favor do deputado ao afirmar que "a maior parte das propostas apresentadas pelo deputado Aldo Rebelo, em seu relatório sobre as mudanças no Código Florestal, é obviamente realista e razoável".

    Fiz muitas manifestações sobre o Código Florestal neste espaço, a exemplo da coluna do dia 6 de março de 2009, ocasião em que reiterei a importância de proteger o entorno das nascentes de água e matas ciliares, como forma de garantir a perenidade deste recurso para as próprias atividades agropecuárias e impedir o assoreamento dos corpos hídricos, assim como a proteção da vegetação em áreas com alta declividade significa evitar deslizamentos de terra. Também participei da modificação legislativa ocorrida em 1989 com a Lei 7. 803, que alterou a Lei que institui o Código Florestal (Lei nº 4.771/65), no que tange às APP¿s, quando do programa Nossa Natureza, iniciativa do governo Sarney. Também participei da discussão da Lei 8.171, a Lei Agrícola de 1991, que institui a política agrícola. Ou seja, esta discussão não é nova, entretanto, se transformou numa verdadeira guerra entre ruralistas e ambientalistas.

    Fui parlamentar durante muitos anos, além de ter me envolvido com as principais ONG¿s que atuam no assunto do Código Florestal. Na minha opinião, o que devemos ter como referência é o planeta e o Brasil: como podemos estabelecer políticas públicas que permitam que o Brasil se aproveite da sua condição privilegiadíssima de portador de grandes ativos ambientais, notadamente no campo da biodiversidade de florestas. E qual deve ser o marco legal que permita ao Brasil assumir esse papel estratégico no mundo do aquecimento global.

    Conheço e respeito o deputado Aldo Rebelo e embora tenha grandes divergências com ele em relação ao seu substitutivo, entendo necessária a retomada de uma negociação entre as partes interessadas, com vistas a se definir o que é bom para o Brasil e para o planeta.

    Nesse sentido, pessoalmente insisto na necessidade de não aprovarmos matéria tão polêmica nesse período eleitoral, pois como disse Roberto Klabin em audiência pública da Comissão Especial do Código Florestal da Câmara dos Deputados, os ânimos nesse momento se exaltam sem a possibilidade de encontrarmos os denominadores comuns que podem permitir avanços efetivos no tratamento da questão.

    A Ministra Izabella Teixeira tem demonstrado capacidade de colocar o Ministério do Meio Ambiente como um facilitador dessa negociação, trazendo atrás de si o governo federal. A sociedade civil, por sua vez, tem maturidade para enfrentar o debate, amparando suas teses em manifestações da comunidade científica, que demonstram a necessidade de se implementar o desmatamento zero no país e se conservar a megabiodiversidade brasileira. Megabiodiversidade esta que é reconhecida como um patrimônio fundamental nesse ano em que haverá a 10ª Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica em Nagoya, Japão, na qual se discutirá o cumprimento dos acordos feitos entre as nações e a repartição justa dos benefícios oriundos da biodiversidade, além de soluções a fim de evitar novos colapsos ambientais no planeta. Por outro lado, parte expressiva do setor do agronegócio do Brasil tem consciência de que é possível praticar uma agricultura de alto valor econômico com conservação dos recursos naturais. Os pequenos e médios agricultores também têm muito a ganhar se formos capazes de demonstrar que a conservação dos recursos naturais é essencial para manter suas atividades a médio e longo prazo, e que podem ser beneficiados com políticas de crédito e financiamento associadas à idéia de serviços ambientais.

    Em outras palavras, creio que temos que estabelecer um "armistício" nesta briga pensando no Brasil. Sem isso, todos perderemos.

    Fabio Feldmann é consultor, advogado, administrador de empresas, secretário executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade e fundador da Fundação SOS Mata Atlântica. Foi deputado federal, secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Dirige um escritório de consultoria, que trabalha com questões relacionadas ao desenvolvimento sustentável.

    Rede de escolas mapeia os recursos hídricos da Baixada Santista

    Escrito: sexta-feira, 11 de junho de 2010 by João Malavolta in Marcadores: , , , , , ,
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    Unidades de Ensino de toda a região participam de projeto de educação ambiental voltada para o saneamento
    Mapa espacial da Região Metropolitana da Baixada Santista

    O projeto da Ecosurfi - Rio do Nosso Bairro – Escolas Cuidando das Águas inicia nesse sábado (12) a sua fase de oficinas de mapeamento socioambiental participativo, desenvolvimento e acompanhamento de projetos.

    Com a bagagem de três seminários realizados na etapa 02 e a participação de mais de 70 professores de 36 escolas da Baixada Santista em cada encontro, foi possível trabalhar matérias como saneamento ambiental, participação social, educomunicação, educação ambiental, métodos participativos, entre outros.

    O inicio dessa nova fase será marcada pela atuação dos professores dentro das unidades escolares. Por meio de projetos de mapeamentos socioambientais participativos eles irão, com os alunos, documentar a situação das áreas no entorno das escolas, dentro da perspectiva de sustentabilidade, organização e desenvolvimento social na bacia hidrográfica.

    Tendo como objeto desta primeira oficina a questão da ocupação urbana e desenvolvimento na Baixada Santista, o titulo/tema abordado será, “Baixada Santista: dos índios ao pré-sal”.

    A proposta desta formação é apresentar um panorama do processo de ocupação e desenvolvimento da Baixada Santista, enfatizando os impactos nos mananciais, rios, mangues e praias da região e as estruturas de apoio à sociedade que surgiram para suportar o uso da água (equipamentos de saneamento, CBH etc).

    São os formadores dessa oficina o Biólogo e educador ambiental Cesar Pegoraro, que possui longa experiência em mobilização social e educação ambiental voltada para os recursos hídricos, juntamente com o Oceanógrafo Fabricio Gandini, que é diretor do Instituto Maramar e tem vasto conhecimento em projetos e pesquisas sobre os recursos hídricos e costeiros com comunidades da Baixada Santista..

    A oficina 01 (Baixada Norte) acontece para as cidades de São Vicente, Santos, Guarujá, Cubatão e Bertioga nesse sábado (12), das 9h00 às 17h00hs na UNAERP Campus Guarujá, Avenida Dom Pedro I, 3300, Guarujá. E no sábado seguinte (19), a atividade acontece em Peruíbe, para professores e professoras de Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá e Praia Grande (Baixada Sul).

    Maiores informações podem ser obtidas na Comunidade Virtual (www.riodonossobairro.org.br) ou pelo telefone 13 3426-8138

    Instituições que não participam do CBH-BS marcam eleição do Fórum da Sociedade Civil

    Escrito: quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 by João Malavolta in Marcadores: , ,
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    Dezenas de entidades surgem para as eleições; Ecosurfi passa a ocupar cadeira de titular no CBH-BS




    Por Bruno Pinheiro (Ecosurfi)

    O Fórum da Sociedade Civil do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CBH-BS) renovou sua composição para 2010/2011, em eleição realizada no dia 12 de dezembro na Câmara Municipal de São Vicente. A Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas assumiu cadeira de titular como entidade de defesa do meio ambiente.

    A participação de instituições da sociedade civil na eleição foi surpreendente em relação à presença das mesmas nas reuniões ordinárias do Comitê. Geralmente, de uma a três entidades comparecem a cada reunião. Em comparação, cerca de 60 organizações, a maioria delas de Cubatão, apareceram para a eleição. No total, são mais de 500 organizações cadastradas no CBH-BS.

    Mesmo sem ter cadeira no CBH-BS até então, a Ecosurfi já era ativa na Comissão Especial de Educação e Divulgação (CE-ED) do Comitê. A atuação da entidade está voltada a contribuir para o enraizamento da Educação Ambiental junto aos projetos e instâncias do saneamento ambiental e recursos hídricos da Baixada Santista.

    comitê bacia hidrográfica baixada santista cbh-bs recursos hídricos ecosurfi“A grande interrogação para nós é o porquê, mesmo sem atuar no Comitê, estas instituições, sobretudo de Cubatão, mandam representantes para todas as eleições”, reflete o dirigente da Ecosurfi, André Barbosa. Segundo ele, se elas não atuam no Comitê, mas aparecem sistematicamente para votar, pode ser em benefício de algumas organizações em particular.

    Para Barbosa, isto é motivo de preocupação, principalmente em função da grande quantidade de recursos financeiros que circundam o CBH-BS, oriundos da gestão dos recursos hídricos.  A partir de janeiro de 2011 começa a cobrança da água, vai haver um boom na disponibilidade de recursos para projetos ligados ao saneamento e educação ambiental na região. Entretanto, a presença da sociedade civil organizada é sim um "fator positivo" na gestão dos recursos hídricos.

    “Precisamos de instituições comprometidas com o controle social da aplicação destes recursos, privando pelas necessidades e direitos dos vários usuários da água. Não é possível participar do Comitê de dois em dois anos, somente nas eleições”, conclui o dirigente da Ecosurfi. É necessário, ainda, investir mais na capacitação de ONGs e associações para atuar nos Comitês de Bacias.

    comitê bacia hidrográfica baixada santista cbh-bs recursos hídricos ecosurfiO CBH tem composição tripartite entre governos estadual, municipais e sociedade civil. Presidida pelo presidente do Sindicato dos Químicos de Cubatão, Herbert Passos Filho, a eleição escolheu, no total, 18 entidades para integrar o CBH-BS pelos próximos dois anos. Elas assumirão suas respectivas cadeiras no dia 1º de abril de 2010.

    Gestão das águas da Baixada Santista
    Durante reunião ordinária no dia 9 de dezembro, três dias antes da eleição, o CBH-BS debateu a inclusão do município de Itariri no Comitê. Integrante originalmente do Comitê de Bacia Hidrográfica do Vale do Ribeira e Litoral Sul, o município tem parte de seu território na bacia da Baixada Santista. Por ser uma questão complexa e envolver uma série de pendências que não puderam ser resolvidas na ocasião, o plenário resolveu analisar a proposta durante mais um tempo, apesar de receber muito bem a proposta, apresentada pelo prefeito de Itariri, Dinamérico Gonçalves Peroni.

    Nesta mesma reunião, foi aprovado o Relatório de Situação dos Recursos Hídricos da Baixada Santista, responsável por justificar a distribuição e utilização dos recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO), de acordo com as demandas regionais. O Relatório apresenta, com dados e detalhes, a avaliação do Comitê sobre a utilização dos recursos do FEHIDRO e a consecução das metas do Plano de Bacia.

    Outro ponto importante da reunião foi a decisão de não se criar uma Câmara Técnica de Cobrança da Água. A proposta foi apresentada com o intuito de analisar e elaborar um prospecto da cobrança da água na Baixada Santista, que começará em janeiro de 2011. Entretanto, as competências desta Câmara Técnica iriam sobrepor-se às das Câmaras Técnicas de Usos Múltiplos e de Planejamento, motivo que levou o plenário a rejeitar sua criação.

    Lula defende preservação de Kyoto e cobra compromissos dos países ricos

    Escrito: quinta-feira, 17 de dezembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , ,
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    (Por: Paula Laboissière, da Agência Brasil)

    Durante discurso na 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender nesa quinta-feira (17/12) a preservação do Protocolo de Kyoto e cobrou que países ricos assumam compromissos para um acordo em Copenhague (Dinamarca).
    “Aqui em Copenhague não há lugar para conformismo. Os países desenvolvidos devem assumir metas ambiciosas de redução de emissões à altura de suas responsabilidades históricas e do desafio que enfrentamos”, disse.

    “A hora de agir é essa. O veredicto da história não poupará os que faltarem com suas responsabilidades neste momento”, acrescentou. Lula lamentou que os países com menos responsabilidades pelas emissões de gases de efeito estufa sejam as principais vítimas das alterações climáticas.

    Ele lembrou que o Protocolo de Kyoto estabelece a obrigatoriedade de financiamento aos países pobres e em desenvolvimento para a execução de projetos na área. Segundo o presidente, será muito difícil reforçar a capacidade de adaptação de nações mais vulneráveis sem um fluxo financeiro como “forte componente”.

    “Mecanismos de mercado podem ser muito úteis, mas nunca terão a magnitude ou a previsibilidade que realmente queremos”, afirmou o presidente. “Essa conferência não é um jogo em que se podem esconder cartas na manga. Se ficarmos à espera do lance de nossos parceiros, podemos descobrir que é tarde demais. Todos seremos perdedores”, completou. Ele destacou que “a fragilidade de alguns não pode servir de pretexto para o recuo de outros”.

    Segundo o presidente, não é “politicamente racional” ou “moralmente justificável” que países ricos coloquem interesses corporativos e setoriais acima do bem comum da humanidade.

    Lula comenta proposta franco-brasileira para COP



    RT/:/ O Eco - Acesso restrito na COP 15

    Escrito: quarta-feira, 16 de dezembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , ,
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    (Por: Cristiane Prizibisczki / O Eco)


    Quem deixou para chegar a Copenhague na segunda semana de negociações da Conferência do Clima pode ficar de fora. No Bella Center, o pavilhão que abriga a convenção, a espera na fila para credenciamento pode passar de cinco horas, avisa um painel na entrada da COP-15. E isso não é garantia de que ela será concretizada.

    Somente ontem, primeiro dia da segunda etapa das negociações, quando ministros e chefes de estado decidem se aceitam os termos do novo acordo, foram feitas 3,5 mil credenciamentos. Para minimizar a confusão entre os participantes que já têm credencial e os novos credenciamentos, a organização criou um sistema de cotas para entidades não-governamentais.

    A partir desta terça, as ONGs que quiserem entrar no Bella Center terão de apresentar um crachá adicional, distribuído pela organização. O problema é que a cota de cada grupo é bem menor do que o número de participantes. Quinta-feira, somente mil representantes de organizações não-governamentais terão entrada permitida. Na sexta, o número cairá para apenas 90 pessoas. A decisão foi tomada para que os delegados e chefes de estado possam se “concentrar” nas negociações.

    O número divulgado até o momento é de 45 mil solicitações para credenciamento, o que é três vezes mais do que a capacidade do local onde a COP-15 está sendo realizada. Hoje, a entrada foi mais bem organizada, com filas separadas por categorias: novos participantes, delegados, conferencistas e imprensa. Mas, na segunda, o caos imperava na frente do Bella Center, com centenas de pessoas se engalfinhando para conseguir ultrapassar a barreira policial. Algumas pessoas já falam em colapso e começam a correr rumores de uma manifestação para os próximos dias.

    Durante coletiva de imprensa na manhã de hoje, o secretário-geral da Convenção do Clima, Yvo de Boer assumiu a culpa pelas longas filas e garantiu que tem feito o possível para resolver o problema. “Não podemos colocar um pé número 12 num sapato número 6. Nós poderíamos ter parado o registro depois que atingimos 15 mil pessoas, mas tem gente que vem numa primeira semana, outros na segunda semana, etc. Estou fazendo esforço com o setor de segurança para colocar as pessoas para dentro o mais rápido possível, dando prioridade para as delegações, para que tenhamos a discussão resolvida no final da semana”, disse o secretário da Convenção do Clima.

    Fonte: O Eco

    Países em desenvolvimento abandonam grupos de negociação em Copenhague

    Escrito: segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , , , ,
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    Os países africanos, apoiados pelos outros países em desenvolvimento, suspenderam a participação nesta segunda-feira (14) em vários grupos de negociação na conferência sobre mudanças climáticas de Copenhague, informaram um ministro ocidental e uma ONG.

    Os países africanos acusaram as nações ricas hoje de tentarem "matar" o Protocolo de Kyoto para a redução da emissão de gases do efeito estufa, no que é a maior divisão desde o início da conferência, há quatro dias.

    Os países desenvolvidos estão tentando enfraquecer as discussões com as 192 nações, disse Kamel Djemouai, um membro da delegação argelina que lidera o grupo africano em Copenhague. Ele disse que o plano das nações ricas "significa que nós iremos aceitar a morte do único instrumento legalmente reunido que existe agora", referindo-se ao Protocolo de Kyoto. Outro delegado africano ouvido pela agência de notícias AP também disse que os ricos querem "matar Kyoto".

    "A África soou o sinal de alerta para evitar que o trem descarrile ao fim desta semana. Os países pobres querem um resultado que garanta importantes reduções das emissões. Os países ricos, no entanto, estão tentando atrasar as discussões sobre o único mecanismo que dispomos para isto, o Protocolo de Kyoto", afirmou Jeremy Hobbs, diretor executivo da ONG Oxfam International.

    "Isso é uma retirada por conta dos processos e formas, não uma retirada por causa da substância, e isso é lamentável", disse a ministra australiana da Mudança Climática, Penny Wong.

    As nações em desenvolvimento querem estender a existência do Protocolo de Kyoto, que obriga os países ricos, exceto os EUA, a cortar as missões dos gases de efeito estufa até 2012, e trabalhar em separado em um novo acordo para os países em desenvolvimento.

    Mas muitos países ricos querem fundir o protocolo de 1997 com um novo e único acordo com obrigações para todas as nações, como parte de uma investida contra o aquecimento global.

    O ministro dinamarquês Connie Hedegaard, que preside o encontro, planeja encontrar com os ministros do Meio Ambiente nesta segunda-feira (14) para tentar desbloquear o diálogo em pontos chaves, como a profundidade nos cortes de emissão de gases do efeito estufa pelos países desenvolvidos até 2020 e o montante de dinheiro destinado para ajudar os países pobres.

    A maioria dos países desenvolvidos é favorável a um documento único porque os EUA, o número dois em emissão de gases do efeito estufa depois da China, estão fora do Protocolo de Kyoto. Eles temem assinar um novo Kyoto enquanto Washington fique de fora, com um regime menos restrito, junto com as maiores nações em desenvolvimento.

    * Com informações da AFP, Reuters e AP

    RT UOL.com.br

    Fracasso em Copenhague custará US$ 500 bilhões ao ano

    Escrito: quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , , ,
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    (Fonte: Folha Online )

    O fracasso da cúpula da ONU sobre mudança climática (COP-15), em Copenhague, custaria US$ 500 bilhões ao ano à economia mundial, afirmou o diretor da Agência Internacional da Energia (AIE), Nobuo Tanaka, nesta terça-feira (8).

    "Se não forem tomadas medidas imediatamente para reduzir as emissões de dióxido de carbono, serão necessários US$ 500 bilhões ao ano de investimentos adicionais para recuperar o tempo perdido e voltar à trajetória inicial", disse Tanaka, na apresentação de um relatório em Paris sobre energias renováveis.

    Além disso, revelou que considera "impossível" que, em Copenhague, seja assinado um tratado internacional obrigatório.

    "Uma mensagem muito firme deve ser enviada aos investidores do ambiente que Copenhague está criando. Sem uma mensagem clara, é difícil para o setor privado se comprometer nos investimentos", disse Tanaka, acrescentando que o mundo tem "uma grande oportunidade" este ano para agir contra a mudança climática.

    Década mais quente

    A primeira década do século 21 será seguramente a que vai registrar as maiores temperaturas desde as primeiras medições em 1850, segundo estimativa divulgada nesta terça-feira (8) pela Organização Meteorológica Mundial (WMO, na sigla em inglês), agência da ONU, em Copenhague.

    "A década de 2000 a 2009 será provavelmente a mais quente dos registros, mais quente inclusive que a de 1990, que por sua vez foi mais quente que a de 1980", afirmou o secretário-geral da WMO, Michel Jarraud, em uma entrevista coletiva.

    Jarraud também disse que os dados provisórios indicam que 2009 se anuncia como o quinto ano mais quente desde 1850 em termos de temperatura média da superfície terrestre. Os resultados definitivos serão conhecidos em março de 2010.

    O ano mais quente foi em 1998, graças em grande parte ao poderoso fenômeno climático El Niño, que levou a um aquecimento anormal o leste do Oceano Pacífico e desencadeou mais devastações pelo mundo.

    O El Niño também se desenvolveu este ano, explicando em parte o aumento nas temperaturas. O ano passado foi o 11º ano mais quente do histórico.

    "Estamos em uma tendência de aquecimento, não há dúvida a respeito, mas não posso fazer previsões para o próximo ano", afirmou, antes explicar que um grande número de eventos naturais, como uma grande erupção vulcânica, pode modificar sensivelmente a temperatura do planeta.

    Os dados médios escondem as disparidades regionais. Assim, 2009 aparece como o terceiro na lista dos anos mais quentes da Austrália. A China viveu a pior seca nas últimas três décadas. No fim de julho, muitas cidades do Canadá, como Vancouver e Victoria, registraram as temperaturas mais elevadas da história.

    Reino Unido

    Paralelamente, o escritório meteorológico do Reino Unido também divulgou que a temperatura global subiu desde 1850 e o aquecimento se acelerou desde 1970.

    O dado de maior destaque é que a temperatura global aumentou na média mais de 0,15 grau Celsius por década desde meados dos anos 1970.

    Seus dados vêm de mais de 1.500 estações meteorológicas em todo o mundo usadas para o monitoramento climático. Eles mostram um rápido aquecimento global desde a década de 1970, com um aquecimento que se acentua a cada década.

    O Hadley Centre, do escritório meteorológico, publicou os dados para aumentar a transparência e enfatizar que o mundo está se aquecendo.

    Céticos

    Os céticos em relação à mudança climática usaram uma série de emails que vazaram da Universidade de East Anglia para acusar especialistas em clima de conluio para suprimir alguns dados sobre o assunto.

    "A Universidade de East Anglia apoia totalmente o escritório meteorológico em tornar esses dados públicos", disse o escritório em comunicado.

    A entidade planeja publicar os registros restantes de cerca de 5 mil estações quando tiver a aprovação dos proprietários dos dados.

    As negociações entre 190 países sobre um novo acordo para combater a mudança climática além de 2012 começaram em Copenhague na segunda-feira.

    RT /:/ O que está em jogo em Copenhague

    Escrito: quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , , , ,
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    Que se poderia esperar de Copenhague? Apenas essa singela confissão: assim como estamos não podemos continuar. E um simples propósito: Vamos mudar de rumo”, escreve Leonardo Boff, teólogo.
    Eis o artigo.

    Em Copenhague os 192 representantes dos povos vão se confrontar com uma irreversibilidade: a Terra já se aqueceu, em grande, por causa de nosso estilo de produzir, de consumir e de tratar a natureza. Só nos cabe adaptamo-nos às mudanças e mitigar seus efeitos perversos.

    O normal seria que a humanidade se perguntasse, como um medico faz ao seu paciente: por que chegamos a esta situação? Importa considerar os sintomas e identificar a causa. Errôneo seria tratar dos sintomas deixando a causa intocada continuando a ameaçar a saúde do paciente.

    É exatamente o que parece estar ocorrendo em Copenhague. Procuram-se meios para tratar os sintomas mas não se vai à causa fundamental. A mudança climática com eventos extremos é um sintoma produzido por gases de efeito estufa que tem a digital humana. As soluções sugeridas são: diminuir as porcentagens dos gases, mais altas para os paises industrializados e mais baixas para os em desenvolvimento; criar fundos financeiros para socorrer os paises pobres e transferir tecnologias para os retardatários. Tudo isso no quadro de infindáveis discussões que emperram os consensos mínimos.

    Estas medidas atacam apenas os sintomas. Há que se ir mais fundo, às causas que produzem tais gases prejudiciais à saúde de todos os viventes e da própria Terra. Copenhague dar-se-ia a ocasião de se fazer com coragem um balanço de nossas práticas em relação com a natureza, com humildade reconhecer nossa responsabilidade e com sabedoria receitar o remédio adequado. Mas não é isto que está previsto. A estratégia dominante é receitar aspirina para quem tem uma grave doença cardíaca ao invés de fazer um transplante.

    Tem razão a Carta da Terra quando reza:”Como nunca antes na história, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo…Isto requer uma mudança na mente e no coração”. É isso mesmo: não bastam remendos; precisamos recomeçar, quer dizer, encontrar uma forma diferente de habitar a Terra, de produzir e de consumir com uma mente cooperativa e um coração compassivo.

    De saída, urge reconhecer: o problema em si não é a Terra, mas nossa relação para com ela. Ela viveu mais de quatro bilhões de anos sem nós e pode continuar tranquilamente sem nós. Nós não podemos viver sem a Terra, sem seus recursos e serviços. Temos que mudar. A alternativa à mudança é aceitar o risco de nossa própria destruição e de uma terrível devastação da biodiversidade.

    Qual é a causa? É o sonho de buscar a felicidade que se alcança pela acumulação de riqueza material e pelo progresso sem fim, usando para isso a ciência e a técnica com as quais se pode explorar de forma ilimitada todos os recursos da Terra. Essa felicidade é buscada individualmente, entrando em competição uns com os outros, favorecendo assim o egoísmo, a ambição e a falta de solidariedade.

    Nesta competição os fracos são vitimas daquilo que Darwin chama de seleção natural. Só os que melhor se adaptam, merecem sobreviver, os demais são, naturalmente, selecionados e condenados a desaparecer.

    Durante séculos predominou este sonho ilusório, fazendo poucos ricos de um lado e muitos pobres do outro à custa de uma espantosa devastação da natureza.

    Raramente se colocou a questão: pode uma Terra finita suportar um projeto infinito? A resposta nos vem sendo dada pela própria Terra. Ela não consegue, sozinha, repor o que se extraiu dela; perdeu seu equilíbrio interno por causa do caos que criamos em sua base físico-química e pela poluição atmosférica que a fez mudar de estado. A continuar por esse caminho comprometeremos nosso futuro.

    Que se poderia esperar de Copenhague? Apenas essa singela confissão: assim como estamos não podemos continuar. E um simples propósito: Vamos mudar de rumo. Ao invés da competição, a cooperação. Ao invés de progresso sem fim, a harmonia com os ritmos da Terra. No lugar do individualismo, a solidariedade generacional. Utopia? Sim, mas uma utopia necessária para garantir um porvir.

    Fonte: Mercado Ético

    Confira como anda a estrutura da COP 15

    Escrito: by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Fonte: O Eco

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    Durante os próximos nove meses será veiculado na rádio Joven Pan / Santos campanha de conscientização pública sobre o uso racional da água

    Buscando contribuir com a gestão responsável dos recursos hídricos na Baixada Santista, a ONG Ecosurfi lança a campanha, “A Onda é Água Limpa”, que tem como objetivo estimular a reflexão na população, sobre a importância que a preservação da água e a proteção dos mananciais devem ter no cotidiano das pessoas.

    Sendo a “Vida” o bem mais precioso, e a água a sua mantenedora, ela é vital para todas as espécies vivas em seus processos biológicos. Ocupando 97,3% da superfície terrestre, onde dessa porcentagem apenas 3% são de água doce, e desse percentual temos 0,3% que está ao nosso alcance e são próprios para o consumo animal, e se localizam em rios, lagos, nascentes e lençóis freáticos, a água doce é um recurso natural finito e hoje em dia se encontra em estado preocupante de preservação.

    A Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS), é composta por 09 municípios (Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá, Cubatão e Bertioga), e possui a segunda maior Bacia Hidrográfica litorânea do estado de São Paulo, a qual garante oabastecimento de água potável para cerca de 1,6 milhões de habitantes que ocupam esse território.

    Para atacar o problema da falta de conhecimento sobre o uso responsável da água, a campanha “A Onda é Água Limpa” foi elaborada como meio de sensibilizar as populações locais para a defesa dos mananciais da Bacia Hidrográfica da Baixada Santista. Ela surge como uma estratégia comunicacional para disseminar informações em massa à sociedade, mobilizando a opinião pública para um assunto tão importante como a gestão sustentável da água.

    As ações, “A Onda é Água Limpa”, serão desenvolvidas por meio de uma programação radiofônica, a qual levará através de mensagens (spots) veiculadas pela Rádio Joven Pan/Santos, informações sobre os cinco eixos de atuação da proposta: Uso múltiplo da água; Recursos hídricos e saúde pública; Água e o futuro; Consumo consciente; e Água e o desenvolvimento.

    Utilizando do grande alcance e capilaridade social da radiodifusão, a campanha enfatiza a imediata necessidade de conservação da água como ato imprescindível para a garantia da qualidade de vida das presentes e futuras gerações. Todas as mensagens têm como foco norteador informar e formar a opinião critica nos beneficiários da água.

    Segunda fase
    Na segunda etapa da campanha acontecerão as atividades que identificarão os resultados preliminares da veiculação das peças comunicativas (spots) junto ao público.

    Por meio de pedágios com agentes socioambientais da Ecosurfi, será aplicada uma pesquisa de opinião entre a população nas 09 cidades da RMBS. As pesquisas irão ter como metas identificar se houve audiência por parte do público, o nível e a qualidade de informações dos munícipes sobre gestão sustentável da água e se esse formato de campanha é importante como meio de esclarecimento sobre esse assunto em especifico.

    A campanha “A Onda é Água Limpa” conta com financiamento do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) do Governo do Estado de São Paulo. E tem parceria da Comissão Especial de Educação e Divulgação do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CE/ED-CBH/BS), do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE).

    Para saber mais sobre a campanha acesse: A Onda é Água Limpa

    Vídeo de abertura da COP15

    Escrito: terça-feira, 8 de dezembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , ,
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    PROJETO CUIDÁGUA NA ESCOLA TRANSFORMA ESCOLAS EM PROL DA SUSTENTABILIDADE DE UBATUBA

    Escrito: quinta-feira, 3 de dezembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , , , , ,
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    A ONG ASSU (Associação Somos Ubatuba) iniciou no último sábado os MUTIRÕES DE EXPERIMENTAÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE na Escola Municipal Maria Josefina (Estufa dois – Ubatuba), uma das atividades do Projeto Cuidágua na Escola financiado pelo FEHIDRO.

    As escolas Nativa Fernandes do Sertão da Quina e Iberê Ananias de Picinguaba são foco das ações do Projeto Cuidágua na Escola e alvos de melhorias em seu sistema hídrico e de difusão de práticas sustentáveis e atitudes cotidianas de cuidado com as águas.



    O primeiro MUTIRÃO realizou sonhos da comunidade escolar, além de possibilitar o aprendizado de “ecotécnicas” e promover o espírito de trabalho em equipe entre a direção, professores, funcionários, mães, pais e alunos.

    “Eu tinha o sonho de fazer um painel sobre a água acima do bebedouro. Quando temos uma boa intenção, o universo conspira a nosso favor’”, disse Rosemeire, bibliotecária da escola.

    “Muitos se interessaram pela captação de água da chuva. Um pai de aluno animou-se em aplicar a “ecotécnica” em sua casa”, comenta o coordenador da atividade, o oceanólogo e mestre em desenvolvimento e meio ambiente, Henrique Luís de Almeida.



    As intervenções realizadas foram: Troca da válvula de descarga do
    mictório; instalação de duas cisternas de 500 litros com filtro, para captação de água da chuva e sua utilização na limpeza do pátio; construção de drenos das calhas do telhado para um círculo de bananeiras, plantado nas áreas alagáveis da escola; pintura do ciclo da água em uma das paredes; decoração de banheiros com pintura, vasos e saboneteiras de PET; colocação de tampas nos vasos sanitários; pintura de um jogo eco-cooperativo sobre consumo e desperdício de água; elaboração de um aquecedor solar de baixo custo construído com embalagens de PET e Tetrapac; conserto de vazamentos e a construção de um degrau de madeira para facilitar o acesso das crianças ao bebedor e pias dos banheiros.



    Ainda serão trocadas torneiras por modelos de acionamento automático que impedirão o desperdício de água, estas obtidas graças ao da Secretaria Municipal de Educação.

    Os resultados positivos serão potencializados pelos Eventos Regionais em março de 2010, já que estarão presentes representantes de todas as escolas da rede para conhecer as experiências realizadas.

    A coordenadora geral do Projeto Cuidágua Escola, Maria Luiza Camargo complementa: “Além disso, estamos finalizando o Guia Cuidágua na Escola que prima por auxiliar as escolas em seu caminho à sustentabilidade, estimulando o uso das intervenções enquanto prática pedagógica".

    O Projeto Cuidágua na Escola é uma iniciativa da ASSU (Associação sócio-ambientalista Somos Ubatuba) financiado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO) em parceria com as Secretarias Municipais de Educação de Meio ambiente e de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Instituto Argonauta, Aquário de Ubatuba e apoio da Fundação Pró-Tamar e SOS Mata Atlântica.

    PBF avista 14 baleias francas no último sobrevoo de monitoramento da temporada

    Escrito: sexta-feira, 6 de novembro de 2009 by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Pares de fêmea e filhote remanescentes foram avistados em Laguna e na enseada de Ibiraquera e Ribanceira

    Na manhã desta sexta-feira, dia 06, o Projeto Baleia Franca (PBF/Brasil) sobrevoou a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, localizada entre Palhoça e Balneário Rincão, para o último monitoramento aéreo ao longo do Litoral Centro-Sul de Santa Catarina. A atividade, que integra o Programa de Monitoramento das Baleias Francas no Porto de Imbituba e adjacências, localizou sete pares de fêmeas com filhotes, totalizando 14 indivíduos remanescentes desta temporada de acasalamento da espécie, bem como de nascimento e amamentação de filhotes.

    Dos sete pares avistados, seis estavam na enseada de Ibiraquera e Ribanceira, em Imbituba. “A avistagem dos seis pares de fêmea com filhote na enseada de Ibiraquera e Ribanceira (Imbituba) já era prevista, considerando nosso monitoramento diário feito por terra naquela região. A surpresa ficou por conta do par de fêmea com filhote avistado em Laguna”, contou a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch. “Desde 28 de outubro temos registros de uma média de seis pares de fêmea com filhote naquela enseada”, completou a gerente de campo, Audrey Amorim.

    Quem ainda pretender ver baleias em Santa Catarina deve ser rápido. Segundo os dados das últimas temporadas, a primeira quinzena de novembro representa o encerramento das avistagens das francas no Estado. ”Dois pares dentre os seis que se encontravam na enseada de Ibiraquera e Ribanceira já apresentavam um comportamento pré-migratório, estando estes mais afastados da costa. Todos os sete filhotes já estavam grandes e bem gordinhos, o que dá segurança às fêmeas para iniciarem o caminho de volta às águas polares, áreas de alimentação das baleias francas”, completou Karina, Ph.D. em Biologia Animal, que voou acompanhada pela analista ambiental Luciana Moreira, da APA da Baleia Franca (ICMBio), com a aeronave sob comando do piloto Rogério Giassi. Ainda conforme a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, é natural que apenas alguns grupos sejam avistados no mês de novembro. “Nem todas as baleias francas chegam ao litoral catarinense durante os meses de junho e julho.

    Algumas passam mais tempo se alimentando nas águas polares, durante o verão, e chegam a Santa Catarina somente nos meses de agosto e setembro. Estes indivíduos são também os últimos a deixarem o nosso litoral”, finalizou a bióloga. O Programa de Monitoramento de Baleias Francas no Porto de Imbituba e adjacências foi iniciado em agosto de 2009 e segue até o final de novembro.

    Proposto pela administração do Porto em parceria com o Tecon Imbituba e a Construtora Andrade Gutierrez, o Programa tem sua metodologia desenvolvida e executada pelo Projeto Baleia Franca, com supervisão da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca e do Centro de Mamíferos Aquáticos, ambos órgãos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O Projeto Baleia Franca tem patrocínio da Petrobras.

    Saiba mais: Baleia Franca

    Video da Chegada dos Jovens no IV Encontro Nacional de Juventude pelo Meio Ambiente no RJ

    Escrito: domingo, 19 de julho de 2009 by João Malavolta in Marcadores: , , ,
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    Clima: o tempo está acabando

    Escrito: quarta-feira, 15 de julho de 2009 by João Malavolta in Marcadores: ,
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    Eu acabei de assinar uma petição pedindo para os líderes globais apoiarem um tratado climático que seja ambicioso, justo e mantido por compromissos legais. O Canadá, Rússia e Japão estão tentando boicotar a meta de limitar o aquecimento global em 2 graus Celsius que está sendo negociado no encontro do G8 esta semana. Esta meta é fundamental para garantir avanços na elaboração do novo tratado global contra mudanças climáticas. Por favor, assine a petição clicando no link abaixo. A petição será entregue pela Avaaz aos líderes presentes no G8.



    Referência em Resíduos

    Escrito: by João Malavolta in Marcadores:
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    CMRR forma mais 100 alunos nos cursos de Gestão e Negócios em Resíduos e de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs)

    Nesta semana, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) forma cerca de 100 alunos dos cursos de Gestão e Negócios em Resíduos e de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs). Os cursos são gratuitos e buscam potencializar o papel do jovem na melhoria da qualidade socioambiental, além de ampliar a geração de trabalho e renda.

    Dividido em quatro módulos, o curso de Gestão e Negócios em Resíduos prepara os estudantes para o mercado de trabalho, assim como para a organização e administração de seu próprio negócio a partir de resíduos domésticos (papel, plástico, madeira, metal e compostagem), específicos (de serviços de saúde, de construção civil, de postos de combustíveis, de supermercados) ou especiais (pneus, lâmpadas, pilhas e baterias).

    Formada em Gestão de Resíduos, Denise Silva Chaves, 18 anos, é responsável pela gestão de resíduos e qualidade em obras da Santa Bárbara Engenharia. “Durante o ensino médio tinha muito receio do que eu iria fazer quando formasse no 3º ano. Hoje, com o que eu ganho, posso investir na minha formação. Faço o curso técnico em edificação no Senai. Meu próximo passo é formar e prestar vestibular para engenharia”, conta.

    Já no curso de Montagem, Manutenção e Recondicionamento de Computadores (3RsPCs), os jovens aprendem a montar e desmontar computadores, o funcionamento de cada peça, e também freqüentam aulas de empreendedorismo e empregabilidade. O material utilizado durante as aulas é proveniente de máquinas não mais utilizadas pelos órgãos do Governo de Minas. Após o recondicionamento, os computadores são destinados a programas de inclusão social de comunidades carentes.

    Márcio Vinícius Magela, 18 anos, finalizou em dezembro do ano passado o curso 3RsPCs. O garoto trabalha em uma empresa de informática e já se prepara para prestar o vestibular para o curso de Ciências da Computação. “Hoje tenho o diferencial de saber sobre reciclagem de computadores. Procuro passar para meus colegas as coisas que aprendi no curso”, comenta Magela.

    Sobre o CMRR:

    Iniciativa pioneira do Governo de Minas Gerais, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos trabalha há dois anos com o objetivo de apoiar os municípios, empresas e cidadãos na gestão integrada de resíduos, por meio da disseminação de informações e capacitação técnica, gerencial e profissionalizante, visando à geração de trabalho e renda e à melhoria da qualidade de vida.

    Sua atuação concentra-se em cinco áreas prioritárias: Apoio à gestão municipal de resíduos, Qualificação profissional; Comunicação e Informação; Pesquisa e Desenvolvimento; Educação ambiental e eventos (seminários, palestras, debates e oficinas, com foco no consumo consciente).

    Localizado em Belo Horizonte, o espaço conta com auditório, biblioteca, área para realização de cursos e uma cozinha experimental, criada para orientar sobre redução do desperdício, reaproveitamento, reciclagem, tecnologia de alimentos e ações que envolvem o preparo de produtos úteis ao consumo da população. Possui ainda um espaço permanente para exposições, consolidando-se como um espaço múltiplo para o cumprimento de sua missão

    Mais informações:

    http://www.cmrr.mg.gov.br/ - Site oficial do centro

    http://www.youtube.com/watch?v=bzdNWQUevvQ&feature=channel_page - CMRR fez 2 anos.

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